MULHERES PERFEITAS !!!


No site da terra teve uma  reportagem  de Celio Ramos falando sobre a atividade de varejo, como a achei muito interessante estou a colocando para vocês darem uma olhada e opinarem. 

Mercadologia: Varejo: Que Negócio É Esse? publicado em
13/05/2004
Por Celio Ramos


Foto: Reprodução
Muitas pessoas reduzem o sucesso de uma empresa de varejo a um conceito extremamente simplista: comprar bem para poder vender bem. Claro que isso é básico, mas não é tudo. Varejo é uma arte das mais complicadas e sofisticadas do marketing, envolve merchandising, vitrinismo, promoção e uma infinidade de técnicas que fazem diferença significativa no desempenho de uma loja. Mas afinal, o que é o varejo?

É sobretudo entender as necessidades dos consumidores e superar suas expectativas de modo melhor que a concorrência. As expectativas básicas do consumidor incluem:

- Qualidade
- preços competitivos
- localização conveniente
- estacionamento adequado
- horário razoável de funcionamento
- loja limpa e confortável
- vendedores com boa formação
- auto serviço e bom ‘lay-out’

Mas observe, há nos consumidores uma expectativa crescente:

- Maior possibilidade de escolha
- “Preços baixos”
- Abrir mais cedo, fechar mais tarde
- abertura ‘weekend’
- Especialistas no atendimento a cliente
- Menor espera para ser atendido e nos ‘check-outs’
- Mais formas de pagamentos
- mais serviços disponíveis
- ‘Lay out’ e ‘design’ interessante

Se você observar, principalmente nas grandes cidades, não há carência de novas lojas. Pode se afirmar que ninguém precisa de mais uma loja de instrumentos musicais, mais uma escola de música, padaria, farmácia, posto de gasolina etc. Essas coisas tem de sobra. É por isso que uma empresa deve-se adequar às expectativas crescentes dos consumidores, pois eles esperam pelo novo, moderno, eficiente. Lojas com um mix de produtos que satisfaça plenamente aqueles que são identificados como o principal target. A loja tem que ser atrativa com visual e ‘lay-out’ interessantes que tornam o impulso de compra do consumidor irresistível.

Adaptar-se às novas tendências do varejo no que diz respeito ao comportamento dos consumidores também é fundamental. A exigência cada vez maior do consumidor também faz com que todo comércio seja, a cada dia que passa, mais especializado naquilo que vende. Não adianta montar uma loja bonita, cheia de diferenciais no visual e na conveniência, se não há o que se chama hoje de venda com consultoria.

O lojista e seus atendentes deixaram de ser simplesmente vendedores de balcão para serem especialistas no que vendem e aptos a fornecer todas as explicações e recomendações que o consumidor de hoje precisa.

É por isso que o treinamento constante em vendas, marketing e atendimento não é restrito somente aos executivos da área de vendas ou aos proprietários de lojas do comércio. Hoje em dia, quem não treinar sua equipe para ter, na ponta da língua, resposta para tudo, vai ficar para trás.

Apesar das regras e da cartilha que rege todos os negócios, um aspecto também é muito relevante: toda loja ou empresa tem em si a filosofia do dono e existem pessoas que são perceptivas e outras não e isso pode fazer muita diferença, pois não se deve subestimar o ‘feeling’, a  intuição. O varejo é uma atividade científica, mas nunca se sabe onde a ciência  termina e começa a arte.

 



Escrito por Mulheres perfeitas às 15h27
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Cada vez mais as empresas estão se preocupando com as embalagens dos seus produtos, além do departamento de marketing, o departamento de logística também vem se preocupando com esse assunto pelo fato das embalagens poderem facilitar a distribuição, manuseio e armazenamento dos produtos. As funções básicas da embalagem são conter e proteger o seu conteúdo, atrair o consumidor e informá-lo sobre o uso e a conservação dos produtos. A embalagem corretamente dimensionada evita perdas e minimiza o desperdício de alimentos, medicamentos, produtos de higiene e limpeza, cosméticos, entre outros. A maioria delas têm impressas em seu corpo ou rótulo, informações que orientam o processo da reciclagem.

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Escrito por Mulheres perfeitas às 15h22
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Foi apresentada na última terça-feira (16/05/06), a turma do 6º período de Administração Geral da FIR, uma palestra com Ricardo Caldas (Gerente de Marketing da Rede Globo). Foram abordados vários assuntos a respeito do crescimento dessa grande rede de televisão, que hoje de destaca com grande sucesso, frente aos demais canais abertos.

A reinvenção da TV aberta no Brasil, que até então possuía na TV Tupi sua maior representante, foi um dos grandes momentos da história do País. Inspirado em emissoras americanas, o jornalista Roberto Marinho resolveu implantar um novo modelo de TV aberta, que ao longo dos 40 anos da emissora, ficou conhecido como "padrão Globo de qualidade". O marketing utilizado pela Globo através das suas promoções e propagandas, procurou posicionar, segmentar e diferenciar os seus mais diversos serviços. Além de comprar grandes programas, passou a também produzir diversos produtos, entre eles: eventos, seriados, novelas e etc. Seu sucesso e repercussão não estão apenas direcionados no âmbito nacional, mas também internacionalmente, pois exporta seus programas para cerca de 130 países.

O segredo da empresa em relação às mudanças atuais foi lidar com essas transformações não necessariamente procurando mudar as pessoas, mas sim procurando entender e compreender uma nova forma de encarar o mundo a sua volta, sendo assim adotou uma forma de comunicação acessível para as mais variadas classes sociais, sendo assim hoje considerada a preferida dos Brasileiros.

                                          

"O composto de marketing, também chamado de 4Ps, é o conjunto de instrumentos à disposição do administrador para implementar uma estratégia de marketing. É formando pelos seguintes elementos:

  • Produto: refere-se a variedade do produto, qualidade, características, nome da marca, design, embalagem, tamanhos, serviços, garantias, devoluções etc.;
  • Preço: é composto pelo preço básico, descontos, prazos de pagamento, condições de crédito etc.;
  • Praça ou Ponto de Venda: diz respeito aos canais de distribuição (localizações), distribuição física (estoque), transporte, armazenagem etc;
  • Promoção: venda pessoal, propaganda, promoção de vendas, publicidade, relações públicas, marketing direto (mala direta, telemarketing) etc."

Dê acordo com a breve explanação feita, bem como através dos seus conhecimentos a respeito da Rede Globo de Televisão. Dê a sua opinião sobre o seu funcionamento e sua força no mercado publicitário, relacionando a sua postura com os 4 P´s de Marketing (Praça, preço, produto e promoção)



Escrito por Mulheres perfeitas às 18h45
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A Tecnologia de Informação e a Competitividade na Indústria de Produtos Médicos



As empresas nacionais ou mesmo as multinacionais instaladas há pelo menos uma década - atividades no período anterior ao governo Collor - nunca passaram por uma condição tão intensa de competitividade. Com a abertura do mercado brasileiro a produtos importados, novos referenciais de qualidade e preço foram impostos, provocando verdadeiras revoluções em nosso mercado consumidor como também em nosso ambiente produtivo. Durante a década de 90 além do contexto produtivo, várias mudanças comerciais foram também definidas pelos chamados blocos econômicos destacando-se em nosso continente o Mercosul. Se estivermos elevando o índice de modernização de nosso parque industrial, na área de saúde estamos ainda amargando um medíocre 125º posicionamento no ranking mundial entre 191 países pesquisados, segundo o relatório do sistema de Saúde Mundial 2000 da Organização Mundial de Saúde - OMS. Vários são os relatos sobre a dificuldade do acesso de nossa população ao sistema de saúde, seja por ineficiência deste sistema, seja pela deficiente educação de nossa população, seja pela fraca distribuição de renda que conduz à miséria.
Este relato visa a estudar a competitividade da Indústria Brasileira de Produtos Médicos através da análise da aplicação estratégica da Tecnologia de Informação - TI. O objetivo principal é analisar a aderência de aplicação da TI com o posicionamento estratégico de seus produtos e processos, como ainda analisar a utilização da TI no posicionamento perante competidores e economia adjacente. O modelo de competitividade desenvolvido por Joseph Pine (1994), o modelo de Cadeia de Valor definido por Michael Porter (1985) e ainda o Projeto Fatores Humanos e Tecnológicos da Competitividade (Quintella, 1997a) são o referencial teórico do presente estudo. As hipóteses levantadas foram testadas em 14 empresas com base em dois questionários aplicados simultaneamente nas áreas de marketing e tecnologia pelo próprio pesquisador. Conclui-se que, de uma forma geral, existe consistência estratégica da aplicação da TI com o posicionamento de produtos e processos nas empresas pesquisadas. Foi verificada ainda uma grande introspecção na aplicação destes recursos, porém não podemos inferir sobre um ineficiente posicionamento estratégico frente ao novo cenário competitivo, principalmente devido à forte regulação do governo neste segmento.

Com base nesse texto,gostaríamos que vocês comentassem a respeito desse assunto,Posicionamento,identificado neste exemplo.



Escrito por Mulheres perfeitas às 16h43
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          Com base no exemplo apresentado abaixo, gostariamos qeu vocês comentassem a respeito deste assunto, já que identificamos outras leis no texto e relacionamos-o também com o capitulo 7 de segmentação de mercado. 

Escrito por Mulheres perfeitas às 14h05
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            Na última terça-feira, dia 02 de maio de 2006, foi divulgada na imprensa a compra do Bank Boston pelo Banco itaú, conforme reportagem mostrada abaixo do Jornal da Globo:

            O segundo maior banco privado do Brasil, o Itaú, comprou hoje o Bank Boston, especializado em clientes de alta renda. A compra coloca o Itaú mais perto do líder Bradesco.

O Itaú, o segundo maior banco privado do país, comprou hoje por R$ 4,5 bilhões o Bank Boston no Brasil. Mas não vai gastar nem um centavo nesta operação: o negócio vai ser pago com a emissão de novas ações do banco brasileiro. Com isso, o Bank of America, segundo maior banco dos Estados Unidos, dono do Bank Boston, vai passar a ser dono de 5,8% do itaú.

O mercado já tinha como certa a operação, mas o anúncio da compra, que não tira dinheiro do caixa, fez os papéis do Itaú subir 4,94%. O negócio coloca o Itaú mais perto do maior banco privado do país, o Bradesco, mas ainda não lhe dá a sonhada liderança.

O Bradesco tem R$ 208 bilhões em ativos, como títulos públicos e empréstimos. O Itaú, já com os ativos do Boston, chega a R$ 174 bilhões.

“O Bank Boston representa, em termos de ativos, empréstimos e depósitos, um aumento da ordem de 20% daquilo q o Itaú é hoje. Portanto, é um aumento expressivo nos negócios de banco comercial”, disse o presidente do Itaú, Roberto Setúbal.

Mas os analistas de mercado ouvidos pelo Jornal da Globo não vêem o negócio de hoje como um ataque do Itaú para chegar à liderança, Mas como uma estratégia defensiva para evitar que o líder Bradesco se distanciasse no ranking.

Parte da clientela do Itaú e do Bank Boston é parecida, especialmente os clientes corporativos e pessoas físicas de alta renda, justamente o mercado em que o Bradesco não está tão presente e por onde poderia crescer.

“O que significa a aquisição de outro banco, é você ganhar escala, ou seja, com a mesma estrutura de custo – ou aumentando um pouco mais a estrutura de custo – , você consegue ter uma receita de serviços e uma receita de operações de crédito maior. Ou seja, é você ganhar escala”, explica Erivel Rodrigues, presidente da Austin Rating.

          As empresas bem-sucedidas devem entender verdadeiramente os mercados a que servem, e combinar o seu composto de marketing com as necessidades do mercado, em um processo chamado marketing direcionado.No caso citado acima, podemos verificar o Banco Itaú fez uma análise da segmentação do mercado. Também podemos co-relacionar o texto com uma das  22 leis do marketing, a Lei do Oposto. Nesta Lei o marketing é uma batalha pela legitimidade, a primeira marca que conqista consegue  retratar os concorrentes comoaspirantes ilegítimos.Se você desistir de focalizar o número 1, sua empresa estará vulnerávelnão apenas para o líder, mas para toda a categoria.

         X                 

  



Escrito por Mulheres perfeitas às 00h16
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As 9 leis vencedoras do marketing

Nas últimas nove semanas, a Desafio 21 publicou as Leis Vencedoras do Marketing, resumidas pelo guru norte americano do marketing contemporâneo Al Ries no seu imperdível livro, escrito em parceria com Jack Trout, "As 22 Consagradas Leis do Marketing" (publicado no Brasil pela Makron Books). São princípios estratégicos que mostram como conquistar mercados e manter-se competitivo no exigente mundo dos negócios da atualidade. Em resumo, as Nove Leis Vencedoras do Marketing são:

1 - Liderança: "É melhor ser o primeiro do que ser o melhor".

2 - Categoria: "Se não puder ser o primeiro em uma categoria, estabeleça uma nova categoria em que seja o primeiro".

3 - Mente: "É melhor ser o primeira na mente do cliente que o primeiro no mercado".

4 - Percepção: "O Marketing não é uma batalha de produtos, é uma batalha de percepção".

5 - Foco: "Em Marketing, o mais poderoso conceito é representar uma palavra na mente".

6 - Dualidade: "Com o passar do tempo, todo mercado transforma-se em uma corrida com dois concorrentes".

7 - Opostos: "A estratégia de quem está almejando o segundo lugar é determinada pelo líder".

8 - Extensão de Linha: "Há uma pressão irresistível para estender o patrimônio líquido da marca" e, com isso, enfraquecê-la.

9 - Sinceridade: "Quando admitimos um negativo, o cliente em perspectiva nos dá um positivo".

  Estas são consideradas novas ferramentas para a estratégia de marketing no mercado altamente competitivo. No entanto,alguns profissionais não utilizam-na interferindo nos resultados da organização. Como os administradores podem interferir e atualizar as estratégias de acordo com as tendências inseridas no mercado?

Escrito por Mulheres perfeitas às 19h46
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Empresas à frente do seu tempo

Um dos grandes desafios das empresas e organizações, hoje, é conseguir estar à frente do seu tempo, antecipar-se às mudanças do mercado e diferenciar-se da concorrência em um ambiente cada vez mais competitivo. Embora esses princípios sejam praticamente consenso, muitas empresas não conseguem alcançá-los, por um motivo relativamente simples. "Para estarem à frente de seu tempo as organizações precisam, antes de tudo, desvencilhar-se de algumas práticas do passado", analisa a consultora Lília Barbosa da Silva, da JCR & Calado. As mais comuns - e quase sempre fatais - são o paternalismo, a centralização das decisões e informações, o autoritarismo, a manutenção de profissionais inaptos para a função, o imediatismo, e a tomada de decisões e estratégias baseadas no "feeling" do grande mentor do negócio, "o Dono". "Muitas empresas conseguiram crescer, no passado, cultuando esses princípios, mas dificilmente conseguirão manter-se no mercado se não os abandonarem rapidamente", constata.

Mas qual o caminho para superar práticas ainda tão arraigadas na cultura de grande parte das empresas? Para Lília, quem aposta nas mudanças a partir de "soluções" como downsizing ou reengenharia, corre o risco de gastar muita energia para resultados pouco satisfatórios. "O processo de mudança é muito mais profundo", alerta. Apesar de não existir uma receita pronta, alguns passos podem ajudar o empreendedor, executivo, gerente ou funcionário nesse processo.

Para a consultora, a Lição 1 é: ninguém muda a cultura de uma empresa se não procurar mudar também a forma de pensar e agir das pessoas que a compõem. Logo, o primeiro passo é a reeducação, através do treinamento direcionado de acordo com as necessidades de cada membro da organização.

Lição 2: "Não adianta treinar e exigir a criatividade se a maioria dos profissionais passa 90% do seu tempo executando tarefas estressantes", argumenta Lília. O segundo passo, então, é criar um ambiente propício para idéias criativas. Para isso, é fundamental ter processos racionalizados e informatizados. "As pessoas deixarão de ser executoras operacionais para gerirem o processo".

Lição 3: os profissionais precisam acreditar que seus esforços são reconhecidos pela organização e que ambos têm muito a ganhar se estiverem alinhados a um mesmo objetivo. Dessa forma, o terceiro passo é tornar todos na empresa co-participantes dos resultados da organização, através de um programa de remuneração variável justo, atrelado às avaliações de desempenho individual e corporativa.

Para Lília, há ainda uma lição fundamental. "A organização e seus profissionais precisam estar preparados para administrar o que é aparentemente 'inadministrável'. O pulo do gato é conseguir ser o mentor das mudanças na sua área de atuação e, por que não, reinventar o seu setor. Só assim, você estará contribuindo para a sua empresa estar à frente do seu tempo".


Escrito por Mulheres perfeitas às 19h32
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O que vocês acham dos jornais na Internet estarem crescendo no mercado, enquanto que os jornais tradicionais estarem perdendo mercado  ?

 



Escrito por Mulheres perfeitas às 19h06
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19/12/2005

O futuro do jornal está na internet

Diretor de Conteúdo Digital do maior grupo de comunicação da Espanha, o jornalista Mario Tascón não se envergonha em dizer que vem abandonando gradualmente o hábito de ler jornais. E não é porque não precise estar informado.

 

Principal responsável pelo desenvolvimento dos sites dos veículos do Grupo Prisa – entre eles o El Pais, jornal de maior expressão internacional em língua espanhola –, Tascón está há tanto tempo envolvido com as novas mídias que dificilmente se dedica a acompanhar o noticiário pelas páginas dos diários impressos.

 

Afinal, assim como uma parcela cada vez mais significativa do público, ele passa a maior parte de seu dia conectado à web. A diferença é que, no seu caso, isso acontece pelo menos desde 1994, quando começou a trabalhar na criação de uma das primeiras redações online da Espanha, o site do jornal El Mundo.

Mas foi alguns anos antes dessa experiência, porém, que ele começou a vislumbrar que algo mudaria o jornalismo profundamente a partir da década de 90.

 

Em 1989, Tascón ajudou a fundar o Laboratório de Novos Meios da Faculdade de Jornalismo da Universidade de Navarra, na Espanha. “Naquele momento tudo ainda era muito confuso, mas na universidade nós já intuíamos que no futuro teríamos jornais circulando por redes de computadores”, lembra.

 

E, a partir daí, foram muitos os momentos em que pôde experimentar os elementos que estão nos primórdios do que hoje chama de uma realidade muito “clara”. Durante uma visita ao Brasil para uma palestra no Espaço Cultural CPFL, em Campinas, Tascón falou ao Linksobre o momento vivido hoje não só pelos jornais, mas pela mídia tradicional como um todo.

“Há um dado muito importante nesse cenário: a audiência de todos os meios convencionais está caindo. E, fundamentalmente, as pessoas estão indo para a internet”, diagnostica.

 

Além disso, Tascón também aponta a dificuldade dos meios convencionais em conseguir conquistar os leitores jovens. “Porque esses leitores estão na internet”, destaca. Porém ele não deixa de fazer uma ressalva: “Mas eu também não estou certo de que eles irão nos ler na web só porque estamos lá. Muitos empresários acham que basta estar na web para ter público. E não é assim. Você tem de conseguir que as pessoas tenham interesse pelo que você faz.”

 

Para o jornalista, é necessário que os comunicadores entendam as características desse novo meio se quiserem conquistar o público. E o momento, afirma, nunca foi tão propício. “Eu creio que há várias coisas que estão mais claras agora. A primeira é que esse é um meio em que os leitores são protagonistas. Muito mais do que pensávamos há dez anos. Os leitores não participam apenas de bate-papos. Eles querem intervir. Querem fabricar os meios. Eles decidem que coisas querem ver muito mais do que em qualquer outra mídia. Isso é fundamental”, destaca.

 

E essa interatividade, completa, encontra respaldo nas próprias características da internet. Afinal, a web não é apenas mais uma mídia, mas sim uma “multimídia” capaz de ter dentro de seus limites todos os outros meios de comunicação. Até o papel, como ele gosta de ressaltar: “Porque a impressora não deixa de ser um periférico da internet.”



Escrito por Mulheres perfeitas às 18h57
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Banco Itaú S.A.

Segmentação de Mercado

Ao longo de mais de 20 anos, o Banco Itaú desenvolveu e consolidou sistemas, estruturas, produtos e serviços que permitem o atendimento especializado aos diversos segmentos do mercado financeiro.

Houve um aprofundamento do processo de segmentação em 2003, com a aquisição do Banco BBA Creditanstalt e a transferência, para o Itaú-BBA, da carteira de negócios corporate, cujos clientes eram até então atendidos pela Itaucorp. Esse movimento trouxe as condições necessárias para que o Banco Itaú colocasse ainda maior foco nos segmentos de micro, pequenas e médias empresas, de maneira a aproveitar uma das maiores oportunidades a serem exploradas no mercado interno, nos próximos anos.

Estrutura de segmentação do Banco Itaú

  



Escrito por Mulheres perfeitas às 17h16
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A segmentação
de mercado como
estratégia de marketing

    O ponto crítico no planejamento de marketing é, sem dúvida, a identificação dos alvos de mercado. Uma das soluções, que se apresenta como ponto de apoio e que subsidiará a tomada de decisão do administrador é, sem dúvida, o processo de segmentação de mercado. A segmentação tem sido definida como estratégia de marketing, de fundamental importância para o sucesso de uma empresa. O fundamento da segmentação de mercado é relativamente simples. Baseia-se na idéia de que um produto comum não pode satisfazer necessidades e desejos de todos os consumidores. O motivo é simples: os consumidores são muitos, dispersos em diversas regiões; têm hábitos de compra variados, gostos diferenciados e variam em suas necessidades, desejos e preferências. Assim sendo, não se pode tratar todos da mesma forma, bem como não se pode tratar todos de forma diferente. O que se pode fazer é tentar reunir grupos de pessoas com características, preferências e gostos semelhantes, e tratá-los como se fossem iguais. Como se percebe, o centro de toda a discussão é que existem diferenças entre os consumidores, diferenças essas que devem ser consideradas no processo decisório da empresa. Daí a importância da segmentação de mercado como instrumento estratégico.

O que vocês acham das empresas estarem cada vez mais segmentando os seus mercados ?



Escrito por Mulheres perfeitas às 17h13
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O que é exatamente segmentação?

A definição do professor Cosenza, da Fundação Getúlio Vargas pode nos ajudar a ter uma idéia melhor do conceito. Ele diz que segmentação do mercado "é o processo pelo qual um grupo de clientes potenciais é identificado em uma ou mais dimensões ou características com dois grandes objetivos. O primeiro deles é elaborar programas de marketing mais eficientes, que possam ser orientados para um ou mais segmentos selecionados. O segundo objetivo é posicionar um serviço ou produto em relação à concorrência em um segmento específico de mercado".



Escrito por Mulheres perfeitas às 17h02
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B2B

O potencial da internet trabalhando pela sua empresa ”

O conceito de Eletronic-Business é o que ocorre quando se combina a incrível riqueza da Internet com os vastos recursos da tradicional tecnologia de sistemas de informação. É dinâmico e interativo. Utilizar a World Wide Web para juntar clientes, vendedores, fornecedores e funcionários de um modo nunca pensado antes. Enfim, e-business conecta eficientemente informação valiosa às pessoas que dela precisam.

É um meio melhor de fazer negócios: trata-se de tornar disponível a todos o coração da empresa, para melhorar o serviço aos clientes, reduzir tempos, conseguir melhores resultados a partir de menos recursos e, de fato, vender.


O que vocês acham das transações de comércio entre as empresas, uma empresa vendendo para outra empresa por meio da internet ?


Escrito por Mulheres perfeitas às 11h43
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Muitas vezes o desejo é confundido com a necessidade. Muitos profissionais de marketing observam as necessidades dos clientes e procuram direcioná-las em direção aos seus produtos ou a seus serviços, procurando despertar o desejo dos consumidores.

Ver a imagem em tamanho original  LEXUS(Status)  X     Ver a imagem em tamanho original  FUSCA

Ambos atendem a necessidade de transporte porém o carro Lexus, simboliza status, prestígio despertando o desejo dos clientes.




Escrito por Mulheres perfeitas às 15h27
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